gsreg1

Eu perdoo-te porque te amo, mas afasto-me porque me amo

Um “amo-te” e um “amo-me” não precisam competir entre si, mas será sempre conveniente que, na nossa vida, coloquemos o nosso bem-estar em primeiro lugar para não sairmos feridos.

Antes de dizermos um “amo-te” sincero e emocionado, deveríamos dizer a nós mesmos “eu amo-me e mereço ser feliz”.

Não é fácil separar estas duas esferas tão íntimas e complexas, que são as necessidades de si mesmo e do próprio parceiro. No entanto, é vital estar atento à nossa autoestima e à nossa identidade.

Se alguma vez tu viveste este momento em que tiveste que deixar a pessoa que amavas porque tinhas consciência de que manter a relação era tão doloroso quanto autodestrutivo, então tu saberás, sem dúvida, o quanto é difícil tomar esta decisão.

Algo que toda a gente deve saber, é que o amor autêntico não dói.

O amor deve ser bonito e reconfortante, para que o “te amo” e o “me amo” não sejam como a água e o óleo.

Quem não ama a si mesmo dificilmente poderá estabelecer uma relação sincera e saudável com outra pessoa. O amor é construído a cada dia, mas é necessário que haja vontade de ambas as partes e que não se busque exclusivamente satisfazer as próprias necessidades. Somente quando nos sentirmos uma pessoa completa, sem medo da solidão e que sabe como se constrói a felicidade, poderemos dar o melhor de nós para a outra pessoa.

O amor próprio é o que nos confere a valentia pessoal capaz de deixar algo quando já não tem futuro, quando já não se sustenta, quando o que nos proporciona são mais lágrimas do que alegrias.

Não te esqueças: tu nunca serás egoísta por dizeres a ti mesmo todos os dias: “amo-me e mereço ser feliz”.

Deixa o teu comentário

Recomendado para ti...