Às vezes dizemos que estamos cansados, quando na realidade estamos tristes

Por vezes, passamos por fases em que nos sentimos constantemente cansados, e até a mais pequena tarefa é demasiado para nós. Os dias vão passando, marcados pela monotonia…

Quando isso acontece, é porque fomos invadidos pela tristeza, que embora seja impossível de curar num abrir e fechar de olhos, pode até impulsionar-nos.

O nosso estado emocional é determinado pelo nosso cérebro, sendo este o responsável pelos nossos sentimentos de alegria e energia ou de tristeza e inatividade.

Caso sintas que te tem faltado energia, está na altura de fazeres uma introspeção – é o próprio cérebro que está a tentar alertar-te para parares um pouco e refletires sobre aquilo que podes mudar.

Se ignorares isso, a tristeza pode tornar-se um problema muito maior e mais difícil de abordar, podendo evoluir para depressão e outros problemas.

Em vez de a ignorar, podemos tentar aprender algumas coisas com a tristeza, tais como:

A TRISTEZA É UM AVISO

A falta de energia, o cansaço físico e mental, são sintomas de que precisamos de mudar alguma coisa na nossa vida.

MUITAS VEZES A TRISTEZA RESULTA DE UMA RECUSA

Por vezes, recusamo-nos a reconhecer que algo tem de mudar, como uma relação ou um emprego, e isso prende-nos e afeta-nos de forma negativa.

A TRISTEZA É UM INSTINTO DE PRESERVAÇÃO

O cansaço e a tristeza fazem-nos querer parar e afastar-nos da correia do dia a dia para percebermos o que se passa connosco. Devemos responder a esta vontade e refletir para melhorar a autoestima e perceber o que precisamos.

Há momentos na nossa vida onde a fadiga tem pouco de físico e sim muito de emocional. No lugar de vermos a tristeza como desordem a ser tratada, devemos vê-la como uma voz interna a ser ouvida, como uma emoção valiosa e útil, essencial para o nosso próprio crescimento.

Na vida, é inevitável e até mesmo saudável mudar, pelo que devemos aceitar as mudanças com naturalidade. Assim, tudo fluirá muito melhor e tu irás sentir-te mais motivado para enfrentar a vida.

Texto de Valeria Sabater (tradução)

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